₿bitcoinhoje.Comece por aqui
Mercado⇄ ConverterCalculadoras+ Como comprar◇ Segurança
← Voltar ao Trend e pesquisar

Mercado

PicPay e Paxos levam criptomoedas a mais de 30 milhões de brasileiros

Imagem de abertura da publicação em Bitcoinist
Imagem reproduzida de Bitcoinist. Autoria da imagem não identificada na fonte.

PicPay, uma das fintechs de pagamentos mais conhecidas do país, anunciou em agosto de 2022 uma parceria com a Paxos, empresa sediada em Nova York, para levar serviços de criptomoedas a mais de 30 milhões de pessoas no Brasil. Com o acordo, a negociação de ativos digitais passa a fazer parte de um aplicativo já presente no dia a dia de milhões de usuários.

A oferta inclui compra e venda de criptomoedas, pagamentos com cripto e acesso à stablecoin da Paxos, a USDP, atrelada ao dólar. O plano também prevê o lançamento de uma stablecoin pareada ao real, batizada de BRC. Em reportagem do Bitcoinist, a iniciativa foi apresentada como um sinal de que a expansão dos serviços cripto, concentrada até então sobretudo no Ocidente, começava a ganhar força em outros mercados, com a participação de empresas locais.

Bruno Gregory, responsável pela área de cripto e Web3 do PicPay, resumiu a ambição da empresa. "O PicPay é um dos participantes mais disruptivos em pagamentos no Brasil, e nosso objetivo é liderar o crescimento do mercado cripto eliminando a complexidade", afirmou. A proposta, portanto, é simplificar o acesso para quem nunca operou em uma corretora especializada.

Anderson Chamon, cofundador e vice-presidente de produtos e tecnologia do PicPay, explicou que a stablecoin em reais não ficará restrita aos clientes da fintech. "Você não vai precisar ser usuário do PicPay para usar essa stablecoin. Pode ser um turista chegando ao Brasil, pegar o PayPal ou outra carteira digital, comprar BRC em uma exchange e usá-la no mercado brasileiro", disse.

Do lado da parceira americana, Mike Concetta, chefe de receitas da Paxos, destacou o foco no uso cotidiano. "Esta parceria vai facilitar para os brasileiros o uso de ativos digitais com segurança no dia a dia", declarou.

O anúncio ocorreu num período de mercado mais fraco para as criptomoedas: a publicação registrava uma capitalização total do setor em torno de US$ 1,122 trilhão naquele momento. Mesmo assim, a aposta das empresas era de que a combinação entre uma base grande de usuários e uma interface conhecida poderia atrair um público novo.

Para o leitor brasileiro, a principal mudança é de conveniência. Comprar criptomoedas passa a ser possível dentro de um aplicativo de pagamentos já usado para transferências e contas do dia a dia, sem a necessidade de abrir cadastro em uma plataforma dedicada. A promessa de uma stablecoin em reais também chama atenção, porque aponta para uma forma digital de movimentar a moeda brasileira em redes cripto, útil inclusive para estrangeiros de passagem pelo país, como citou Chamon. Vale lembrar, no entanto, que a facilidade de acesso não elimina os riscos: fora das stablecoins, os criptoativos continuam sujeitos a forte oscilação de preço, e é importante entender como funciona a custódia oferecida pela plataforma antes de investir.

O que você achou desta notícia?

+

Carregando reações dos leitores…

Fonte: reportagem original publicada por Bitcoinist. Conteúdo apresentado como resumo editorial. Textos e imagens permanecem sob responsabilidade de suas fontes originais.

Isenção de responsabilidade: As análises, opiniões e informações publicadas pelo BitcoinHoje têm caráter informativo e são produzidas com base em dados, fontes e referências consideradas relevantes no momento da publicação. Ainda assim, o mercado pode mudar rapidamente, e recomendamos que cada leitor faça sua própria pesquisa e avaliação antes de tomar qualquer decisão. Investimentos envolvem riscos, e eventuais decisões tomadas com base em nossas publicações são de responsabilidade do próprio leitor.

BITCOINHOJE / APRENDA

Buscar no BitcoinHoje